Cine Resenha: Até o Último Homem

Fonte: nerdbreak.com.br
Ficha Técnica:
País: Estados Unidos
Ano: 2016
Duração: 139 minutos
Gênero: Drama, Guerra, Biografia
Direção: Mel Gibson
Roteiro: Andrew Knight e Robert Schenkkan
Distribuição: Summit Entertainment, Icon Film Distribution, NOS Audiovisuais e Diamond Films


Olá amores e amoras,
Hoje venho com mais um post fixo aqui no blog, sim, agora teremos todo mês a resenha de um filme, seja um que está em cartaz no cinema, ou não, mas pode ser também um filme que me chamou muito atenção e que eu assisti por aí. 
Foi a partir deste filme, Até o Último Homem que eu senti uma imensa vontade de compartilhar com vocês, toda minha crítica e meu entendimento sobre o filme. Espero de coração que vocês gostem desses novos post e que acabem se interessando e assistindo o filme em questão. Sem mais delongas, vamos à resenha.

Primeiro de tudo eu gostaria de frisar que esse filme é baseado em uma história real de um soldado adventista, Desmond Doss, durante a Segunda Guerra Mundial, interpretado por Andrew Garfield (sim, o nosso querido Homem-Aranha). 
Eu fiquei bastante impactada pelo filme, por conta de sua lealdade à realidade da época, cada detalhe faz com que você entenda um pouquinho da crítica situação do filme, ainda mais sabendo que tudo aconteceu de verdade. O filme trabalha de forma justa quanto as cenas chocantes da guerra e os sons durante todo o filme,  e não foi por menos que acabaram ganhando dois Oscars neste ano, como Melhor Mixagem de Som e Melhor Montagem.

Fonte: papodecinema.com.br

Desmond Doss (Andrew Garfield), é um cristão fervorado, adventista, que tem Deus em primeiro lugar em sua vida, acredita fielmente que nenhum mandamento deve ser quebrado. Depois de um acontecimento em sua juventude, entre seu pai Tom Doss (Hugo Weaving) e sua mãe Bertha Doss (Rachel Griffiths), promete a si mesmo e para Deus que nunca mais pegaria em uma arma.
O pai de Desmond já foi um soldado e perdeu muitos amigos durante a guerra, por isso virou um cara frio e grosseiro, não admitindo que seus filhos sirvam o exército, mas o mesmo acaba acontecendo. Desmond quer serviu a guerra não para matar o inimigo, como se recusa a pegar em armas, mas sim para salvar vidas, como médico (algo que sempre foi seu sonho).

Claro que antes de toda a desgraça começar, Desmond se apaixona pela enfermeira Dorothy (Teresa Palmer) e pretende se casar com ela, até então sua juventude em Virgínia era calma, mesmo com alguns desentendimentos com o pai. 
Quando decide se alistar, o pai fica muito bravo e zomba do filho por achar que vai conseguir continuar com sua crença de não pegar em armas dentro da academia militar e realmente, tudo fica bastante difícil quando Desmond entra para o exército. Caçoado por muitos, desafiado pelo Capitão Glover (San Worthington) e foi julgado através do Coronel Sangston (Robert Morgan), mas tudo acaba bem com a ajuda do pai e Desmond consegue continuar com sua crença e sua missão - como acredita que Deus enviou. 

Fonte: observatoriodocinema.bol.uol.com.br
Finalmente seu batalhão é enviado ao Japão, em Okinawa, para conseguir tomar Hacksaw, um penhasco de 120 metros de altura, que já na primeira vez que os soldados escalam são bombardeados violentamente, em uma chuva de sangue, com mortes absurdas e gritos por todo lado. 
Desmond trabalha na área médica, salvando os feridos da guerra, sendo o mais corajoso naquele penhasco sem nenhuma arma ou outro equipamento para se defender dos japoneses. Mesmo assim, em meio a bombas, tiroteio, nuvens cinzas, Desmond salva um por um, e mesmo quando o batalhão (ou o que restou dele) recua, ele permanece no penhasco salvando os que ficarão. Inacreditavelmente, o soldado Doss salva mais de 75 homens, descendo-os do penhasco através de uma corda e suas mãos que ficam em carne viva. 
Ao final do filme, o verdadeiro Desmond Doss dá alguns relatos da guerra, e relata que foi condecorado a ser o Primeiro Opositor Consciente na história norte-americana, recebendo a Medalhe de Honra do Congresso.

Não sei dizer o tanto que esse filme é maravilhoso e chocante, talvez seja por ser um filme tão perfeitamente gravado ou por sua mensagem cristã, mas o que realmente posso dizer é que vale muito a pena assistir.

Até a próxima resenha, amoras.



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